quarta-feira, 26 de maio de 2010

Vou me adiantando...


Te amo a cada instante. Te amo a cada hora...



O tempo tá correndo mesmo. Daqui a pouco é dia dos namorados. Pode até ser que eu esteja me precipitando, mas pra quem ama, o coraçãozinho já tá apertando, desde o último 12 de junho. Pra que é mesmo esse dia? Pra namorar? Pra dizer pro outro que ama? Pra fazer serenatas? Mandar flores? Enfeitar cartões? Desculpem, ainda não tenho resposta pra isso. Só várias perguntas. Esses dias fui entrando em casa e minha colega perguntou o que eu ia comprar pro meu namorado. Eu respondi que não sabia. Aí, ela sentou e começou a listar as inúmeras lojas que já havia visitado, em busca do presente ideal. Isso no dia 07 de maio, diga-se de passagem. Seis anos de namoro, e a minha amiga e seu namorado ainda saem pra jantar fora em comemoração a cada novo ano que eles passam juntos. Ele ainda a elogia, sempre que a vê se olhando no espelho, e colocando aquela blusinha cinza básica, com uma calça jeans de tom escuro para eles irem até a esquina de casa comprar pão. Outro dia, eu caí na gargalhada com os dois lá em casa. Ela estava um pouco doente, e ele, muito cuidadoso, não queria que ela fizesse nada. Nós estávamos os três sentados, assistindo TV, e de repente ela levantou e ia caminhando em direção à cozinha. Gente, ele deu um pulo da cadeira, ficou na frente dela parado e, com a expressão séria, perguntou onde ela estava indo. Ela respondeu que só estava indo tomar um copo com água. Ele baixou os olhos, segurou na mão esquerda dela, e a conduziu carinhosamente até a cadeira, onde ela se sentou. Nós rimos muito, quando depois de fazer tudo isso, ele olhou pra ela e disse que naquele dia ela não poderia mover nenhum dedo, pra fazer nada, que o lugar era ali sentada, repousando. Eu já ia esquecendo, esses dias ele deu um buquê de flores pra ela, só porque eles haviam discutido na noite anterior. É isso que se faz no dia dos namorados? Porque se for, eu vou ficar aqui imaginando o que eles vão fazer pra comemorar o 12 de junho, se eles já vivem em pleno dia dos namorados...

terça-feira, 11 de maio de 2010




Saiba tudo o que uma mulher realmente quer, lendo a tradução de umas das músicas que, por mais egoísta que seja, continua sendo a música que melhor conseguiu traduzir os verdadeiros desejos das mulheres.



Tudo que eu sei é que você é tão adorável
Você é a coisa mais adorável que já vi
Eu queria que nós levássemos isso adiante
Ver se podemos ser algo.

Eu queria que eu fosse a sua garota favorita
Eu queria que você pensasse, que eu sou a sua razão de estar no mundo
Eu queria que meu sorriso fosse o seu sorriso favorito
Eu queria que a maneira como eu me visto fosse o seu estilo favorito
Eu queria que você não conseguisse me entender
Mas sempre quisesse saber como eu sou

Eu queria que você segurasse a minha mão quando eu estivesse chateada
Eu queria que você nunca esquecesse o meu olhar quando nos vimos pela primeira vez
Eu queria que tivesse uma marquinha na pele de que você gostasse secretamente
Porque estaria num lugar escondido onde ninguém poderia ver

Basicamente, eu queria que você me amasse
Eu queria que você precisasse de mim
Eu queria que você entendesse que quando eu pedisse dois torrões de açúcar, na verdade eu queria três
Eu queria que sem mim o seu coração se partisse
Eu queria que sem mim você passasse toda suas noites acordado
Eu queria que sem mim você não pudesse comer
Eu queria ser a última coisa em que você pensasse antes de dormir

Tudo que eu sei é que você é a coisa mais adorável que eu já vi
Eu queria que nós pudéssemos ser algo
Eu queria que nós pudéssemos ser algo

Kate Nash - Nicest thing

Chega deu um apertinho no coração, quando ouvi...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Momentos de loucura

"Porque me quebraste em mil pedaços..."
(L.U)


Ontem, quando cheguei do trabalho, tomei banho, enrolei meu corpo com a toalha e me joguei na cama, como faço na maioria das vezes. A cama é vizinha de uma das entradas de ar que existem no meu quarto, a janela. E foi dela, que não consegui desviar meus olhos durante várias horas, dentro daquela escuridão, formada por quatro paredes de cor gelada. Comecei a ter pensamentos bem loucos e soltos. Me imaginei escrevendo uma carta com aquela caneta que tem cheirinho de chiclete. Você lembra quando comprou para mim? Em seguida, fiquei produzindo um pequeno filme da minha morte. Nele, eu largava a toalha, sentava na janela, e pensava durante poucos segundos, antes de jogar o meu corpo, sem nenhuma gravidade, naquele chão sujo e quente. Ah! A carta que eu escrevi para você, estava amarrada no meu pulso com a fitinha lilás, que eu tanto gosto. Dentro de algum tempo você seria avisado, e iria me ver. Muitas pessoas, com certeza, já estariam lá. Comentários do tipo: "Por que ela fez isso? Ela era tão nova", ou até mesmo "Que linda ela era. Que corpo perfeito". Afinal, isso atrairia muitos curiosos, só que poucos se ajoelhariam e chorariam do meu lado, lamentando a minha morte. Dentre essas, queria que você estivesse lá, que gritasse, chorasse, recolhesse a carta do meu pulso, e fosse para o seu esconderijo, guardar as minhas palavras no seu coração. Depois você voltaria dentro da sua armadura, e avisaria para os meus pais e amigos mais próximos. Todos iriam querer um porquê, mas só você saberia. Porque você sempre sabe. Te faltaria coragem, quando chegasse a hora de responder a alguém; Nem para si mesmo, diria. Não pensei bem qual seria o conteúdo da carta, mas, com certeza, "ut oma para todo o sempre", estaria nela.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Enquanto isso...


"És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz..."

(RR)



A sala é de cor apagada e dá uma sensação de tristeza. O barulho que se ouve são leves sussurros de pessoas que tentam falar baixinho, enquanto outros fingem entender alguma coisa.

Nas quatro paredes a vida vai passando como uma retrospectiva, de um fim que se apressa. Os bancos cômodos dão espaço para o descanso e a nostalgia causada pelo ambiente gelado. Ninguém se olha.

Os vídeos tentam transmitir o que pessoa alguma conseguiria explicar. Você para, observa e um mundo novo se forma.

Não sei se vou conseguir explicar o que vejo, mas consigo, com certeza, demonstrar o que estou sentindo. Os pés passam na direção dos meus olhos, só que agora eu não consegui sentir nada.

Sabe as imagens lá no centro? Quando olhei pro Samurai, eu consegui sair desse mundo. E nem precisei fumar nada, pra isso! kkkkkk

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O mundo está cinza...

"Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim? Tô me sentindo muito sozinho!"
(Peninha)






A vida anda meio parada. Parece até um paradoxo, né? Anda e parada! Mas é isso... Nada novo acontece. Nem um sorriso. E esse "tum-tum" aqui dentro acelera a cada nostalgia, que os teus olhos me causam. Fica só esperando a hora de parar. Você me olha como se não soubesse o que eu sinto a cada toque teu. Sinto falta das tuas mãos a minha procura. Dos teus dedos a me abraçarem. Sinto falta do que fui, do que eu sou, do que restou de mim. Eu queria mesmo era fugir, mas queria você... Só que eu não sei mais se os ventos sopram pro norte ou para os seus cabelos. Se as ondas são formadas por redemoinhos ou por pequenas ventanias. Acho que tô perdida! E eu sei que minha vontade era que você me achasse... Eu não quero mais ninguém no nosso quebra-cabeças. Eu já encontrei a peça chave... A bota pro pé cansado... A tampa da panela... chamem como quiser. Encontrei você! Só não consigo entender, porque todo esse embrulho no meu estômago.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Hoje eu conheci você






















"Meu amor... deixa eu chorar até cansar. Me leve pra qualquer lugar, aonde Deus possa me ouvir. Minha dor... eu não consigo compreender. Eu quero algo pra beber. Me deixe aqui pode sair."
(Vander Lee)



Hoje eu o vi da forma que nunca havia percebido.
Vi seu sorriso se espalhando com um grito
Li palavras e frases que jamais pensei que houvesse escrito.

Observei seu outro lado,
e percebi o quando ele é feliz do lado dela.
Seu carinho e amor a abraçam de forma tão quente,
deixando meu corpo a congelar.

Seus poemas, textos e frases
dirigem-se a ela de forma tão direta.
E me machuca ver
que eles nunca chegaram até mim.

Li TE AMO'S
e lembrei o quanto os meus ficaram a vagar.
Decidi enfeitar a lua para que ele a contemplasse,
mas preferiu ver o sol nascer lá do alto.

Ele caminha e a carrega consigo.
Mostra a ela seus lugares preferidos,
onde acalma a dor do espírito.

É com ela que seu coração pulsa.
Seus sorrisos não largam o teu rosto.
E ele nunca reflete ou fica triste com essa companhia.

Eu, no meu canto
observo e saio de cena.
Espero apenas você ficar pronto.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Voltei daquele carnaval!!




Carnaval é sempre a mesma coisa. Bagunça, bebida, farra, roupas curtas, danças sensuais. Nada disso. Esse ano, carnaval foi uma nova descoberta. Foi o encontro entre ela e o mundo. Ela se entregou, disse e fez besteiras, gritou que o amava. Ela foi feliz. Logo de cara, ela sorriu, olhou e se espantou. Ele era lindo. Rosto limpo, combinando com aquele sorriso largo. E ela não o conheceu. Passou e adimirou seu corpo. Que sonho! De onde havia surgido? Fitou seus olhos, um pouco avermelhados, por causa da poeira branca que encobria seu rosto, e enfim o conheceu. Se aproximaram disseram aquelas pequenas frases, de duas pessoas que se separaram por causa do destino, e ainda tímidos por se amarem tanto. Ela perguntou como ele estava. Ele a beijou, e a apertou forte dentro do seu abraço. Ela sentiu seu coração junto ao dele. Ela morreu ali. Não havia o que fazer, muito menos o que dizer. Era impossível repudiar aquele sentimento. Foi impossivel. Ele não conseguia tirar os olhos dela. Ela o amava. Eles se amaram. Quando o sol saiu, e eles, enfim, se quebraram, ele prometeu jamais deixá-la. E os dois se amaram naquela calçada branca. Quando tudo acabou, chegou a hora de se afastarem, porém ela estava se sentindo suja. Seu coração se sentia culpado. Ela não podia. Não conseguia contar a ele, que todos os carnavais passam. E esse, acabou de terminar.