quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Bom, como fui indicada por dois blogs queridos, leia-se "Coloridas e Voadoras" e "Meu Castelo de Cartas", para continuar esta corrente. Vou fazer aqui "O jogo do 7".

PRIMEIRO:

Sete coisas que eu tenho que fazer antes de morrer;

__ Fazer graduação em Teatro, depois de ter descobrido que é isso mesmo que eu quero pra minha vida.
__ Aprender a tocar a música "garotos", no violão.
__ Praticar todos os esportes radicais possíveis.
__ Aprender uma arte macial (Karatê, Kung ful), qualquer uma.
__ Resolver esses problemas que parecem não ter solução.
__ Descobrir que casamento não é o bicho feio que 90% do mundo pinta.

SEGUNDO:

Sete coisas que eu mais digo;

__ "Tô com preguiça".
__ "Que merda".
__ "B?"
__ "Que massa".
__ "Tô com sono".
__ "Aí é leso (a)".
__ "Não sei".

TERCEIRO:

Sete coisas que eu faço bem; (Vixe, aqui pegou);

__ Dormir.
__ Conversar com criança.
__ Digitar.
__ Café.
__ Carinho.
__ Confusão.
__ Fazer as pessoas rirem.

QUARTO:

Sete defeitos meus;

__ Ser muito ciumenta.
__ Ter a cabeça dura e dificilmente mudar de opinião.
__ Brincar quando a coisa é séria.
__ Não pensar além.
__ Ser MUITO preguiçosa
__ Ser confusenta (nem sei se essa palavra existe).
__ Não acreditar muito em mim.

QUINTO:

Sete coisas que eu amo;

__
Família.
__ Borboletas.
__ Chocolate.
__ Os detalhes.
__ Dormir em cama de casal.
__ Acordar com beijos, abraços e pisca-piscas.
__ Estar do lado das pessoas que me amam e me fazem bem, conseguindo fazer bem a elas, também.

SEXTO:

Sete qualidades (Concordo plenamente com o 8. É de lascar!!)

__ Ser carinhosa.
__ Reconhecer meus erros.
__ Não sofrer muito com o passado (Que também pode ser um defeito).
__ Gostar de ajudar as pessoas, na medida do meu possível.
__ Saber ouvir.
__ Ser simpática
__ Ter a capacidade de Amar.

SÉTIMO:

Sete pessoas para fazer esse jogo;

__
A quem interessar possa.
__ Esboços e cores
__ Fragmentos de cotidiano
__ Retalhos do cotidiano
__ Blog do otário

__ Bula na bula
__ As crônicas do João


FECHOU!!!





sexta-feira, 14 de janeiro de 2011


Após alguns meses sem dar as caras por aqui e com o meu blog já criando casinhas de aranha, decidi falar um pouco sobre o que Ela me fez sentir ontem. Ela. Aquela senhora pendurada em uma corda e sendo puxada por alguns vizinhos, enquanto a água destruía a sua casa e quase a destruía também. Ela que segurava um pequeno cachorro preto nos braços e não queria soltá-lo nem mesmo para salvar a própria vida. Ela que mal sabia dar um nó na corda em volta a sua cintura. Ela que desejava muito viver para criar os filhos, porque já tinha perdido a mãe e sabia o quanto eles iriam sofrer se não a tivessem por perto. Ela que lamentava apenas não ter conseguido suportar em seus braços aquele pequeno cão. Ela. Forte e corajosa. Foi por pouco, mas aqueles rapazes conseguiram fazer com que Ela continuasse vivendo. E agora? "Agora eu não sei como vou recuperar tudo outra vez", disse Ela.

A coragem dessa senhora, junto ao seu choro e gritos, me fizeram voltar aqui outra vez. Que cena! Que tragédia! Que sorte! Eu tinha ouvido alguns comentários sobre seu resgate, mas ainda não havia visto, até que decidi dar uma olhada na internet e encontrei o vídeo. Não lembro se chorei na primeira vez em que assisti. Porém, lembro que baixei os olhos quando o reproduzi na mente. Eu me senti culpada. Não me perguntem por que, pois acho que não saberia explicar. Ou saberia. Não sei.
Cada grito, cada lágrima e depois cada palavra sua, entravam no meu peito como furos feito por uma agulha. E eu só conseguia baixar a cabeça e vê-la. Por mais que eu não quisesse, eu só conseguia vê-la subindo por aquela corda. Na verdade fiquei feliz depois de alguns minutos de reflexão, só que logo vinha outra vez aquela sensação de culpa. As pessoas dizem que DEUS está castigando a humanidade e por isso tantas desgraças climáticas estão acontecendo no mundo. Sinceramente, não acho que devemos chamar esses fatos de punição. Todos nós sabemos, desde o ensino médio quando estudamos física, que "para cada ação, existe uma reação". É apenas isto. Simples assim. Nós modificamos o mundo à nossa maneira, e agora ele requer a sua verdadeira forma. A culpa é dos políticos que não cumprem suas obrigações de governantes? Sim. É. No entanto, ela é muito mais nossa, porque mesmo sabendo das agressões à natureza, que certos atos de nosso cotidiano causam, continuamos agredindo-a de forma tão idiota.

Dias antes de começarem esses desastres no Rio, eu fui ver um jogo do FLAMENGO master e o Botafogo master paraibano, aqui em João Pessoa. Enquanto assistia ao jogo, uma criança de, no máximo, oito anos perguntou pra mãe onde tinha um cesto pro lixo. A mãe olhou pros lados e com uma voz debochante e despreocupada disse: "Joga aí mesmo", se referindo ao fosso, aquele buraco que fica ao redor do campo para que os torcedores não possam ultrapassar. E o menino simplesmente se aproximou do buraco e atirou a garrafa. É uma pena, mas foi assim mesmo que aconteceu. As pessoas nunca vão se tocar das besteiras que fazem. Ou pode ser que se importem com isso, quando esses desastres maiores acontecem. Aí vão procurar cuidar do planeta: não cortar as árvores, jogar lixo no lixo, não desperdiçar água. Só que não vai adiantar muito começar a olhar pra trás a essa altura do campeonato. A humanidade tá perdendo o jogo, e por consequência das suas próprias regras. Não acho que exista mais tempo para mudar.

Quando faço todas essas críticas, não quero dizer que todo o mundo é assim e que não existem pessoas que se importem com a nossa causa, até porque, se fosse assim, essa senhora não estaria viva. As pessoas são displicentes. Não enxergam suas falhas. Mas foi pensando nisso, que hoje, quando almoçava, comecei a pensar em como os brasileiros realmente são solícitos com os demais. Cheguei a essa conclusão, porque lembrei do terrenoto que aconteceu no Haiti, ano passado. Tanta destruição. As pessoas de todo o mundo mandavam comidas e materiais necessários. Só que lá, o que acontecia era completamente diferente do que acontece aqui, no Brasil. Quando os alimentos chegavam ao país, as pessoas tentavam vendê-los e não distribuí-los. O que acabava resultando em brigas e várias mortes, por causa dos alimentos. Na verdade, não por causa do alimentos, mas pela forma com que as coisas eram levadas por lá. Nós ainda temos sorte de, mesmo estando vivendo em um país tão violento e com tanta corrupção, ainda podermos encontrar seres humanos de corações tão nobres, como os brasileiros.

É isso! Queria aproveitar aqui, também, para pedir às poucas pessoas que leem o meu blog, que façam a doação que lhe for possível para essas pessoas. Eu já fiz a minha e deixo aqui as contas para quem sentir vontade de fazer também.

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PREFEITURA DE NOVA FRIBURGO
Banco do Brasil
Agência: 0335-2
Conta Corrente: 120.000-3
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DEFESA CIVIL-RJ
Caixa Econômica Federal
Agência: 0199
Conta: 2011-0
Operação: 006
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CAMPANHA SOS SUDESTE
Banco do Brasil
Agência: 3475-4
Conta: 32.000-5
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Fotos: G1

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

"Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais."

(L.U)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010



Sei que você está indo embora. Eu consegui te ver, fechando a porta.
Antes, quero que saibas que te amarei muito mais que agora.
Choro aos prantos, lembrando de todas as palavras que deixei de te dizer.
Me arrependendo dos ataques de ciúmes e dos impulsos que tanto te feriram.
Das mentiras jogadas sem piedade. Das ofensas que não consegui guardar.
Das suspeitas que te colocavam como culpado no picadeiro da minha vida.
Lembrarei de tudo que fomos e que, mesmo assim, você sabe que não deixamos de ser.
Recordarei com carinho dos teus sorrisos e cuidados.
Dos teus dedos a tocarem meu rosto, esperando um simples "Bom dia".
Chorarei olhando nossas fotos, que de tão alegres, me deixarão triste.
Porque vão ser aqueles, os sorrisos esperados.
Sentada na minha cama, verei nós dois, ali, chorando abraçados.
Enquanto a música de fundo, diz que você tem que lembrar de mim...
Afinal, você me enlouquece. E mesmo a cabeça, dizendo que é besteira...
O coração jamais esquece.
E quando o fim de tarde chegar, nós estaremos lá, caminhando abraçados
até o pôr-do-sol. Lado a lado, mas aqui do meu lado, você já não vai estar.
Eu te peço, amor, confie em mim. Mesmo que eu jamais consiga encontrar palavras
que te expliquem o que tem aqui, dentro de um dos meus lados.
Te peço também que não chore. Eu sei que planejamos um amor diferente,
mas afinal no final, é só a gente que sente.
Por muito tempo tive o suficiente para ser a pessoa mais feliz do meu mundo...
Eu tive você, me mostrando que são as pequenas coisas do dia-a-dia, que
nos fazem felizes. A felicidade mora logo alí, no encontro dos nossos olhos.
Mas, mesmo com tudo, amor, não chore, nem se entristeça quando eu disser
ADEUS!!



terça-feira, 9 de novembro de 2010


Transforma-se o amador na coisa amada
Por virtude do muito imaginar;
Não tenho logo mais que desejar,
Pois já tenho em mim, a parte desejada.
Se nela está minha alma transformada,
Que mais deseja o corpo de alcançar?
Em si somente pode descansar,
Pois consigo tal alma está ligada.
Mas esta linda e pura semidéia,
Que,como o acidente em seu sujeito,
Assim como a alma minha se conforma,
Está no pensamento como ideia;
O vivo e puro amor de que sou feito,
Como a matéria simples busca a forma.



Autor: Luíz Vaz de Camões


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

É complicado ser feliz, quando o mundo atrapalha!
Dia tranquilo. Mar agitado. Desde o desaparecimento de N com J, S nunca mais teve notícias dele. Só que ele voltou. E já chegou procurando sua presa favorita. Sábado a noite, 23, no barzinho da universidade, S virava o quarto copo de cerveja daquela noite. Acompanhada por F, S falava sobre sua vida sexual com D, enquanto F tentava consolá-la. Afinal, melhores amigas servem para isso. Ouvir o desabafo das outras. O que S não sabia era que F sempre foi apaixonada por D e só estava esperando uma pequena oportunidade para colocar as asinhas de fora. Asinhas de demônio, porque de Anjinho, colega, F só tinha a cor dos olhos. F é menina esperta. Nunca dá um passo, sem estar com os pés realmente apoiados. E naquela noite, F não deixaria passar a cabeça cheia de S. Na porta de entrada, eis que surge a imagem aterrorizante de N. F é a primeira que crava os olhos na oportunidade de chutar S de vez do seu caminho. N se aproxima devagar da mesa em que S virava seu oitavo copo de cerveja. Era possível ver o brilho malicioso nos olhos de N, ao adimirar S dentro de um vestididinho lilás, comportado. N se aproximou de S, tocou em seu ombro e a tirou para dançar. Naquele momento, S já estava entregue a qualquer par de calças que sombreasse seu espaço. Acho que ela nem percebeu com quem estava saindo para dançar. F? Adorou! E queria mesmo era aproveitar o momento. Quando S e N acabaram de dançar a primeira música, F chamou N no lado esquerdo do balcão e pediu que ele levasse S para o seu apartamento. É óbvio que N topou. Puxando S pela mão, N a levou até sua cobertura, no Hotel Foux. S? Doida. Ao entrar, se jogou na cama e começou a tirar toda a roupa, trazendo N cada vez mais para si. Naquela noite, D estava visitando sua irmã, G, que morava do outro lado da cidade. Ele havia marcado de encontrar S, às 23h, no barzinho da universidade. Ele chegou às 22:30h, e quem estava lá? Ela o envolveu em mentiras e provocações, fazendo com que D saísse correndo em busca de S, no hotel Foux. Ao chegar ao AP 504, D encontrou S na cama de N, com as mãos atadas a cama, enquanto N tomava um banho e cantarolava a música Maluco Beleza, de Raul Seixas. Enfurecido por ver S completamente despida na cama de N, D começou a quebrar todos os móveis do AP. N saiu correndo do banheiro e pulou em cima de D. Os dois se agrediram durante alguns minutos, até que respiraram e tomaram consciência do que estavam fazendo. S despertou, naquele momento, de um sono, acho que posso dizer, tranquilo. Ao ver D com manchas de sangue pelo corpo, S começou a gritar e implorar por AJUDA. Só que nem N, nem D se interessaram em ajudá-la. Viraram as costas e deixaram ela lá, com as mãos atadas e com uma forte dor de cabeça. F? Sorria!!!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"Aquele gosto amargo do teu corpo
Ficou na minha boca por mais tempo..."
(L.U)
S sempre foi uma menina meio louquinha na sua juventude. Fazia lá suas besteiras, mas sempre se cuidou. Começou a beber aos 14 anos, e já andava por aí cambaleando e chorando pelos ex's namorados que só queriam curtir a vida sem noção que ela gostava de levar. Baladas, bebidas, roupas curtas, drogas. Tudo isso estava fortemente presente na vida de S. Aos 16 anos ela vivenciou um ambiente, nada condizente com a sua idade. Boates com sexo explícito, strip tease, orgias. Nada normal para uma pré-adolescente. Concordo! Nada normal, mas bem atraente. S teve inúmeros namorados, mas nenhum deles a apaixonou tanto quanto D. D exerceu um papel muito importante na vida de S. Ele ensinou ela a crescer. D era o típico evangélico puritano. Atitudes corretas, sempre pensando antes de agir ou de pronunciar uma só palavra. D era cauculista. E tudo era novidade para S. Ela adorava ouvir as histórias cheias de superações e amor que D derramava em seus ouvidos. D era sério de verdade, aos olhos do mundo. Todos da comunidade o admiravam. Só que de Palhaço, de louco e de mentiroso, meu amigo, todo mundo tem um pouco. E D escondia muita coisa da sua personalidade. D era um maníaco que adorava pousar de bom moço, mas, na verdade, ele se igualava a S. Por isso eles se gostavam. Dois mentirosos, loucos e verdadeiramente apaixonados. Será que rola? Acho que não. S começou a cansar da bondade e doçura de D e o traiu pela primeira vez. Ela se envolveu com N, típico filhinho de papai. Montado na grana, N levava S aos melhores hotéis da cidade, aos restaurantes mais granfinos. E S? Adorava tudo aquilo. S sempre gostou da vida, do dinheiro, das baladas. Ela só estava encantada com a novidade - D. No dia 15 de setembro de 2010, D precisou viajar para cuidar de sua Vó que estava doente. Ela morava sozinha no interior do Pernambuco, e D era o que restou de sua família. S adorou a viajem repentina de D e aproveitou para curtir os dez dias sozinha na cidade grande, junto de N, óbvio! Só que como todo playboy, N acabou cansando de tudo aquilo, e se envolveu com J, sumindo da vida de S. Em uma de suas idas à praia, no domingão escaldante, S conheceu A. A era um modelo lindo, de corpo extremamente definido. Só que era burrinho; E S adorava meninos burrinhos e apaixonados. A se aproximou e convidou S para sair: "Próximo finde a noite, tá bom pra você?". S topava tudo: "Vamos embora". Sábado a noite, às 22 horas, A estaciona a moto em frente ao AP de S, e entra. S o recebeu com um de seus vestidinhos, bem a sua cara. E A babou, segurando na grade do portão. "Você entra e espera?", perguntou S. Nem precisou de resposta. Também, eu acho que A não conseguiria responder. Ele entrou e esperou por cerca de 5 minutos. S estava pronta. Vestidinho preto, super colado, costas nua e um decote que até o papa olharia, sem dúvidas. A a levou para um show de música tipicamente nordestina. Antes de entrarem no clube, eles tomaram algumas doses de tequila. A era super fraco com bebida. No primeiro drinque ele já soltava milhões de gargalhadas com o vento. Neste sentido, S era super experiente. Eles entraram no clube, por volta das 23 horas. A já estava completamente bêbado. Após três músicas, A chamou S no canto do salão, e a beijou. Coitado! Ele estava apaixonado! A noite correu tranquila, seguida de abraços, beijos, declarações e muita bebida. 5 horas da manhã, S precisava ir embora. A estava grudado no seu corpo, por aquele cheiro de suor e bebida. Os dois saíram abraçadinhos do clube, curtindo o brilho do sol. A e S caminhavam devagar em direção a moto. Ele estava muito bêbado. Mas S adorava o perigo. E subiu com o príncipe em direção ao mundo. Vários cochilos em cima da moto, mas A conseguiu deixar S com vida, em casa. E prometeu ligar no outro dia. (risos) Ele ligou, mas D estava de volta, e S não dá bobeira.